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Departamento de Ciência Política

Universidade Federal Fluminense

Centros de Pesquisa

Grupo de Análise em Politica Internacional – GAPI

O Grupo de Análise em Politica Internacional – GAPI foi criado na Universidade Federal Fluminense em 2010 sob a coordenação do Prof. Dr. Marcial A. G. Suarez, com o objetivo de explorar as dinâmicas e mudanças da política Internacional sob a ótica da Segurança Internacional. Desenvolve pesquisas e análises nas áreas:

Estudos Críticos em Segurança Internacional
Terrorismo Internacional
Defesa e Integração Regional
Política Externa dos Estados Unidos da América
Cybersecurity

Grupo de Pesquisa sobre Política e Economia – PolitEcon

Apoiado em teorias empiricamente orientadas, o grupo pesquisa aspectos estruturais e de agência das relações entre Estado, economia e grupos de interesse. Por um lado, examina as relações entre a política e a economia e vice-versa, para entender as estruturas do Estado e do capitalismo. Por outro lado, investiga como os interesses, sobretudo dos principais setores empresariais e dos trabalhadores, impactam nas decisões públicas, ou seja, nas políticas públicas, especialmente naquelas que regulam a alocação de recursos-chave do Estado e dos agentes econômicos. Essa  abordagem remete a tradições clássicas da teoria política explicativa e da economia política, que buscam entender o Estado pelas suas conexões com a sociedade e com a economia.

Laboratório Cidade e Poder

O Laboratório Cidade e Poder (LCP/ UFF) é uma expressão das movimentações acadêmicas de grupo de pesquisa multidisciplinar, reunido desde 1992, dedicado aos estudos do campo político. A realização de pesquisas, seminários, colóquios, palestras tem envolvido diversos professores, pesquisadores e estudantes (graduação, especialização, mestrado, doutorado, pós-doutorado); os campos intelectuais da História, Ciência Política, Psicanálise, Psicologia, Sociologia e Direito da UFF e outras instituições do Brasil e do exterior. Destaque-se a participação na ANPUH (Associação Nacional de História), no Research Committee on Sociology of Law da ISA (International Sociological Association), na Associação Brasileira de Ciência Política, no Fórum Universitário do Mercosul (FoMerco) e na Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental.

Laboratório de Estudos Hum(e)anos

Iniciado em 2002, o Laboratório de Estudos Hum(e)anos é um espaço de reflexão, trabalho e inquirição filosófica, com vinculações multidisciplinares com os campos da teoria política, da ética, da moralidade e da estética. O laboratório pretende estimular investigações no campo da filosofia política (clássica, moderna e contemporânea) que levem em conta as pretensões cognitivas e os desenhos de mundo presentes nos diferentes esforços de invenção e de representação da vida social. A premissa que informa esta orientação deriva de uma perspectiva fundada na tradição do ceticismo filosófico. Quer isto dizer que aquele campo é percebido como marcado por uma diversidade irredutível à operação de critérios de verdade capazes de estabelecer os termos efetivos da realidade. Uma realidade diante da qual as diferentes versões de mundo, presentes na tradição da filosofia política, devem ser cotejadas ou testadas. A perspectiva adotada pelo laboratório demarca-se dos diversos tratamentos contextualistas – presentes em diferentes versões da história das idéias ou dos conceitos – e busca fixar uma tradição de trabalho filosófico sobre o campo da reflexão política, ética e moral. A orientação cética pode, ainda, ser detectada no reconhecimento do papel desempenhado pela crença no processo de invenção de mundos que constitui a matéria nobre da filosofia política. Como modalidade particular da criatividade humana, a filosofia política – assim como a ética e a filosofia moral – possui, ainda, forte interação – formal e substantiva – com questões presentes nos campos da arte e da estética. Vários dos problemas filosóficos relevantes para esses campos encontram equivalências – quando não identidades – em questões que incidem sobre a fabricação da filosofia política: forma, representação, referencialidade, mimetismo. O Laboratório interessa-se, com particular ênfase, por essa conexão, assim como na que se estabelece entre arte e moralidade.

Núcleo de Estudos dos Países Brics (NEPB)

O NEPB é vinculado à Reitoria, por meio da Superintendência de Relações Internacionais (SRI). “O núcleo será aberto, inclusivo e proporá pesquisas, estudos técnicos e ações concretas que busquem soluções para os desafios em comum dos países do Brics. Ele funcionará como um laboratório, um observatório e uma plataforma para promover ainda mais a missão da universidade como instituição de vanguarda do conhecimento”, afirma o vice-reitor da UFF.

LER – Laboratório de Estudos Republicanos

O Laboratório de Estudos Republicanos (LER) realiza pesquisas sobre o republicanismo moderno em suas diversas dimensões. Com o surgimento do pensamento político republicano na Itália renascentista, os termos centrais dessa tradição foram assentados por um conjunto chave de autores. No centro desses debates estavam os conceitos de liberdade da cidade e do cidadão, a virtude, o governo misto, a igualdade e a participação política. Apesar da origem renascentista do republicanismo moderno, seus temas foram retomados e reinventados em contextos históricos subsequentes, especialmente por autores associados às revoluções liberais fundamentais do Ocidente: as Revoluções Inglesas do século XVII e, no século XVIII, a Revolução Americana e a Revolução Francesa. Nesse processo, o republicanismo dialoga com o jusnaturalismo, com o contratualismo, com a temática da representação, com o federalismo etc. Após um refluxo no século XIX e na primeira metade do século XX, o interesse pelo republicanismo reemerge no pós-guerra. Esse grupo de pesquisa abarca estudos destinados a autores, conceitos, contextos ou tradições que envolvam o republicanismo como eixo central. São bem-vindas ainda abordagens que dialoguem com o republicanismo, como a democracia e o liberalismo. Estudos vinculados a temas brasileiros também fazem parte de seu escopo, seja de autores e conceitos ou de instituições.